Um homem chamado Machado
Personagem da criação, da descrição feminina. Às vezes assexuado por tamanha percepção. Um pecador ou demônio? Atire a primeira pedra quem nunca sofreu o adultério ou quem nunca adulterou.
Um conselheiro, um vidente, prevê até amizade, aguçando a curiosidade ao dizer que uma mulher de trinta imperfeitos seja capaz de amar um senhor.
Em seu conto Eterno, a mulher atira ao inferno o homem que mais amou. Não sei se estimulava ou condenava a traição, onde mulher e homem lado a lado podiam até ser perdoados na Missa do Galo.
O desvendor da causa secreta, unido pela experiência aprendiz das amantes que nenhuma Cartomante revelou.
Um homem dos Olhos de ressaca que nem a fotografia retratou. Um cara, O Relógio de ouro que nenhum dedo o tocou.
Um ser que limita a felicidade, não sustenta a mentira, mas não jura nunca a verdade. Pode magoar com a verdade, mas nunca te ofenderá com uma mentira.
Machado, um homem do Último capítulo que ninguém o terminou. Ser irônico, sarcástico. Todas suas obras são Dinheiro que pode até não ser da gente, mas é gostoso de ver.
Um homem, um mito, define a loucura num grito descrito no seu conto Alienista com seus dons de cientista e se existir A Segunda vida chamai-vos de Vossa Reverendíssima, Uma senhora poética, A sereníssima de tamanha Sensualidade, a mais bela prosa que Literatura do SER e PARECER, Uns braços do conflito entre a essência e aparência, isto é, uma doença, entre aquilo que o indivíduo realmente é no seu íntimo e aquilo que a sociedade com suas regras e convenções, o aparenta ser.
Às vezes, inspiro-me nele quando abstraio a hipocrisia, que para mim é um disfarce que nos leva a loucura.
Machado, que leitores raposa e as uvas formaram por não assumirem a realidade, onde nem O Segredo do Bonzo revelou. Machado é O Espelho, O esboço de uma nova teoria da alma humanista, de extrema Vaidade de Esaú e Jacó de Fulano pra Cicrano, amado e odiado, mas sempre lembrado com Humor.
Um grande mestre em escolher as palavras certas quem o conta almeja um conto, quem não o leu nunca contou.
Fala homem Machado de Assis! Não passara nenhum grande acontecimento depois de ti. Escrever, falar, contar a sua história é exaltar, desamontoar todo amor que nem ele mesmo soube conceituar.
Machado, um homem que se mostra por fora, mas um gigante que se esconde por dentro. Um mulato menino, de inigualável destino, de diferentes estilos, de compaixão apática, é vasto, é imenso, um Eterno aposento. Pessimista, ceticista, um grande negativista da natureza humanista; de humor a intriga, tinha a natureza como mãe, outrora como inimiga.
Contista de história restrita sai da vida para a notícia, irônico, criticado, analista, presente em pensamentos, interrompidos em narrativas.
Jilvan Batista
Madrugada, 26/01/09/ 2 horas e 30 minutos.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
QUEM MATOU A ESCOLA PÚBLICA?
QUEM MATOU A ESCOLA P.Ú.B.L.I.C. A?
ELA ESTÁ MORTA! APÓS 30 ANOS, FOI DESCOBERTO O CORPO, JÁ EM DECOMPOSIÇÃO,DA ESCOLA PÚBLICA.INICIA-SE AGORA UMA LONGA INVESTIGAÇÃO NAIDENTIFICAÇÃO E SENTENÇA DOS CULPADOS.ESTÃO SENDO COLHIDOS ALGUNS DEPOIMENTOSQUE NOS LEVAM AOS SUPEITOS. OS PRIMEIROSA SEREM INTERROGADOS SÃO OS MILITARES DADITADURA DE 1964, ATUAÇÃO DOS GOVERNOS HEREDITÁRIOS, SECRETARIAS DE EDUCAÇÃO. OS PARTIDOS COM AS SUAS IMPOSIÇÕES DE DIRETORIAS E FUNCIONÁRIOS, ADMINISTRATIVOS, QUE COM AS COSTAS QUENTES ESQUECEM DE TRABALHAR. OS PROFESSORES SÃO SUSPEITOS COM SUAS “PRÁTICAS DE GESTÃO”. OS PARTIDOS SÃO SUSPEITOS, COM SUAS POLITICAGENS QUE DESARTICULARAM O MOVIMENTO ESTUDANTIL.O ESTUDANTE É SUSPEITO, SE POR ACASO NÃO SE INDIGNA E SÓ QUEREM NOTAS E COM SEUS CRÉDITOS E CONCEITOS, QUE PROFESSOR BOM É AQUELE QUE LHE APROVA E QUE LIBERA MAIS CEDO. LIBERAR PARA QUÊ?
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Foi muito bom chegar aqui!
Muitas coisas deram erradas para eu entender que elas não andam como as planejo. E se um dia eu achei que tudo fosse acabar.
A vida falou: - calma, se és tudo que queres?! Lamento,Nem sempre o que é o certo é preciso!
E por força do destino fez de mim este menino
De muitos amigos, amado e odiado
Que não aceitou tal destino
Germinei no meu caminho me cercando de pessoas compreensivas e carinhosas.
E quando me sentia sozinho...
Aí eu corria pros amigos de verdade, que me traziam tanto prazer. Na minha hiperatividade sempre choquei o meu corpo com o ritmo da minha mente. Mas eu me alegro com a lembrança dos momentos de risos em que meu sorriso trouxe amigos que até hoje vibramos juntos. Nem sempre sou compreendido da forma que mereço. Mas busco lá nas escrituras consolo naquele maior homem não conseguiu agradar a todos. Nem sempre consigo ouvir palavras que gostaria, mas me conforto porque foram com elas que ganhei meus melhores amigos.
Porque aprendi que os verdadeiros amigos falam para mim
Os não falam de mim.
Nem sempre as mágoas tornaram um homem amargurado
Às vezes fizeram de mim esse homem encorajado
Que na revolta tornou-me mais ousado e determinado
Na vida nem tudo achamos justo, mas foram com achismos que aprendi
A colher das trevas o colorido para ser feliz Pois a ideia é válida para carregar os pesos, mas não colecionar mágoas
Minha luta talvez seja esta,
Mostrar sem viver provar nada
Sem medo dos erros
Porque se tudo que eu fiz foi buscando
Na vida um sentido e nessa vida o que vale
É ser feliz.
A vida falou: - calma, se és tudo que queres?! Lamento,Nem sempre o que é o certo é preciso!
E por força do destino fez de mim este menino
De muitos amigos, amado e odiado
Que não aceitou tal destino
Germinei no meu caminho me cercando de pessoas compreensivas e carinhosas.
E quando me sentia sozinho...
Aí eu corria pros amigos de verdade, que me traziam tanto prazer. Na minha hiperatividade sempre choquei o meu corpo com o ritmo da minha mente. Mas eu me alegro com a lembrança dos momentos de risos em que meu sorriso trouxe amigos que até hoje vibramos juntos. Nem sempre sou compreendido da forma que mereço. Mas busco lá nas escrituras consolo naquele maior homem não conseguiu agradar a todos. Nem sempre consigo ouvir palavras que gostaria, mas me conforto porque foram com elas que ganhei meus melhores amigos.
Porque aprendi que os verdadeiros amigos falam para mim
Os não falam de mim.
Nem sempre as mágoas tornaram um homem amargurado
Às vezes fizeram de mim esse homem encorajado
Que na revolta tornou-me mais ousado e determinado
Na vida nem tudo achamos justo, mas foram com achismos que aprendi
A colher das trevas o colorido para ser feliz Pois a ideia é válida para carregar os pesos, mas não colecionar mágoas
Minha luta talvez seja esta,
Mostrar sem viver provar nada
Sem medo dos erros
Porque se tudo que eu fiz foi buscando
Na vida um sentido e nessa vida o que vale
É ser feliz.
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